ATACMS: A arma que a Ucrânia mais desejava já chegou. “Pânico” entre as forças da Rússia?

Publicado por: Redação
23/10/2023 14:26:51
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Imagem: Fontes abertas
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Como é obvio, Vladimir Putin desvaloriza a chegada dos mísseis de longo alcance. Mas os ATACMS eram um “desejo escondido” do exército ucraniano.

 

Os Estados Unidos da América cederam ao à Ucrânia mísseis ATACMS – Army Tactical Missile System.

Traduzindo, são mísseis de longo alcance, chegam aos 165 quilómetros, e a ideia é atingir as bases recuadas russas.

 

Volodymyr Zelenskyy, presidente da Ucrânia, já confirmou a chegada (discreta, quase secreta) dos mísseis, que já foram utilizados “com sucesso”: terão sido utilizados no ataque a duas bases aéreas em território ucraniano ocupado pela Rússia.

 

Vladimir Putin, ditador da Rússia, desvaloriza esta novidade: “Não vão alterar radicalmente a situação na linha de contacto, é impossível. Para a Ucrânia não representa nada de bom. A agonia será prolongada”.

 

O El Confidencial – entre outros jornais de diversos países – tem uma antevisão diferente da do criminoso russo: estes mísseis vão ser o “terror da retaguarda russa”.

 

O exército ucraniano não  dizia publicamente mas estes mísseis eram uma espécie de desejo escondido. Há meses. Eram a arma mais desejada – mais do que os tanques modernos ou os famosos caças F-16.

 

Porque os ATACMS são mísseis, além do alcance, com grande precisão e poder destrutivo. E são difíceis de interceptar.

 

Os objetivos do exército ucraniano podem mudar a partir de agora.

 

A escala já começou a mudar: o primeiro ataque, aos dois aeródromos russos, pode ter sido o mais devastador para a Força Aérea da Rússia, desde que a guerra na Ucrânia começou.

 

Os mísseis marcam a diferença no conflito e os especialistas militares acreditam que a Rússia terá de mudar muita coisa na sua defesa.

 

Putin referiu outro aspecto importante: “Isto demonstra que os EUA estão cada vez mais envolvidos neste conflito“.

 

Os ATACMS, devido à sua capacidade e às eventuais consequências para civis, são proibidos em muitos países. Nos EUA não.

 

E, ao ceder estes mísseis, a Casa Branca parece ter ultrapassado mais uma “linha vermelha” nas relações com o Kremlin.

 

No momento da cedência dos mísseis – não se sabe quantos, estima-se que tenham sido apenas 20 – os EUA terão exigido à Ucrânia que a nova arma não fosse utilizada em solo russo.

 

Mesmo assim, o Governo da Rússia tem uma lista cada vez maior de “provocações” dos EUA. 

 

Com informações ZAP (PT)

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