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Natali Gutierrez e Renan de Paula comentam 5 tabus que podem mudar a maneira de enxergar as relações   Quebrar tabus nem sempre é algo fácil, ainda mais quando o assunto está relacionado à sexualidade. Mas...

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Quebra de tabus para uma vida sexual mais prazerosa

Publicado por: Redação
25/10/2021 15:35:56
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Natali Gutierrez e Renan de Paula comentam 5 tabus que podem mudar a maneira de enxergar as relações

 

Quebrar tabus nem sempre é algo fácil, ainda mais quando o assunto está relacionado à sexualidade. Mas, muitas vezes, o desafio pode ser mais simples do que parece. O importante é ter a mente tranquila e entender que quebrar tabus, pode ser um ato de autoconhecimento.

 

Para mulheres e homens que estão em busca de novas experiências sexuais e querem enfrentar esse tema de frente, os sexólogos Natali Gutierrez e Renan de Paula, sócios da Dona Coelha, comentam 5 tabus comuns e dão dicas de como quebrá-los.

 

1 – Sexo Anal

O sexo anal sempre desperta muitas curiosidades, interesses, dúvidas e também fantasias. Também é um tema de muitos mitos e medos. Você já deve ter se questionado ou conversado com alguém sobre como funciona, como faz, se é seguro, se faz mal ou não. Mas a grande questão do sexo anal é que ele é muito prazeroso, pois o ânus possui muitas terminações nervosas. Mas, para que seja um momento gostoso, é importante que ele seja feito por vontade e não com o objetivo de agradar alguém. É importante respeitar o tempo de cada pessoa, o processo, os desejos e o corpo de cada um.

 

2 – Orgasmo feminino

O orgasmo feminino ainda é motivo de dúvidas para muitas mulheres. Como assim mulheres também pode ter orgasmos? A sensação é de que apenas homens podem ter algo assim. Mas a verdade é que os orgasmos clitorianos são muito mais intensos do que o orgasmo vindo do pênis, afinal, o clitóris tem no mínimo o dobro de terminações nervosas comparado à glande do pênis. O orgasmo é um novo processo para muitas mulheres, já que por muito tempo não houve incentivo ou interesse para conhecer a própria vulva, quem dirá tocar nela com objetivo prazeroso. A dica para se conectar é se convidar para momentos de intimidade sem pressão ou julgamentos com um único objetivo: conhecer mais sobre si mesma e entender o potencial orgástico que nosso corpo pode proporcionar.

 

3 – Uso de sextoys

Um vibrador ainda é tema de choque, medo e julgamentos, ainda mais quando se os pensamentos se resumem aos toys com formatos fálicos e semelhantes demais ao pênis, mas a verdade é que existe uma variedade enorme de possibilidades, cores, tamanhos e vibrações para serem descobertos e levados para momentos de intimidade sozinha ou acompanhada. É importante visualizar os brinquedos como aliados e não concorrentes, levar cada um deles para um momento de diversão e descobertas e deixar os medos e julgamentos para o lado de fora da porta!

 

4 – Carícias no ânus e nas zonas erógenas para os homens

Se existe um grande tabu, é o estimulo anal nos homens héteros, é como se o toque anal mudasse a orientação sexual deles e isso como um problema. Um tremendo absurdo e falta de informação! Os homens se fecham e não se permitem sentir novos estímulos por muro machismo e preconceitos, por vezes vindo deles mesmos. É essencial a conversa com as parcerias para compartilhar desejos, vontades e fantasias sem que o preconceito tome conta. O estímulo anal pode ser extremamente excitante e gostoso, mas para acontecer é preciso conhecer, se permitir e curtir o momento sem pensar no que outras pessoas vão pensar, afinal a intimidade de cada um só é de responsabilidade de cada individuo.

 

5 - Masturbação na vulva

O autotoque na nossa vulva ainda é motivo de muitas questões para as mulheres, afinal, nunca tivemos liberdade para perguntar, entender e conhecer nossa intimidade com tranquilidade. Hoje há mais espaços e rodas de conversa para que esses momentos aconteçam, o que alivia muito essa rigidez e tabus para falar do assunto. É importante se acolher, se permitir entender os sinais que o corpo emana e principalmente se conectar com a própria sexualidade. Vai muito além do prazer, é uma questão de sensibilidade, fluidez, amor e renascimento.

 

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