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Um novo estudo mostra que comer um “simples” cachorro-quente pode deixar-nos 36 minutos mais perto da morte.   Existem poucos prazeres tão simples na vida como comer. Entre pratos mais tradicionais como cozidos à portuguesa ou feijoadas, também há quem...

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Um cachorro-quente pode tirar-nos 36 minutos de vida

Publicado por: Redação
30/08/2021 14:25:00
Cortesia Pixabay
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Um novo estudo mostra que comer um “simples” cachorro-quente pode deixar-nos 36 minutos mais perto da morte.

 

Existem poucos prazeres tão simples na vida como comer. Entre pratos mais tradicionais como cozidos à portuguesa ou feijoadas, também há quem goste de apostar em iguarias de outros países, como pizzas, hambúrgueres ou cachorros-quentes.

 

Falemos dos famosos cachorros-quentes, que são um dos grandes sucessos do chamado “fast food” e que se vendem em qualquer banca de comida de rua. Não são a refeição mais saudável do mundo, mas não podemos negar que sabem bem de vez em quando.

 

Mas e se lhe disséssemos que apenas um nos pode tirar 36 minutos de vida? Não foi um número escolhido ao acaso. Segundo o site IFLScience, foi sim a conclusão de um estudo publicado, a 18 de agosto, na revista científica Nature Food.

Os investigadores submeteram 5853 alimentos aos seus “cálculos mórbidos”, classificando-os de acordo com o seu impacto na saúde humana e no ambiente. E embora os cachorros-quentes possam ter sido uma vítima desta análise, também há boas notícias.

 

Com apenas pequenas mudanças na nossa dieta, dizem os cientistas, podemos conseguir alcançar não só um grande efeito na nossa saúde mas também na nossa pegada de carbono.

 

“Substituir apenas 10% da ingestão calórica diária de carne bovina e carnes processadas por uma mistura diversa de cereais, fruta, vegetais, frutos secos e algum peixe e marisco poderia reduzir, em média, a pegada de carbono da dieta de um norte-americano em um terço e somar 48 minutos saudáveis de vida por dia. Esta é uma melhoria substancial para uma mudança tão limitada na alimentação”, escreveram os autores do estudo no site The Conversation.

 

A equipa de cientistas espera que as suas conclusões possam adicionar algumas nuances ao que muitas vezes é visto como um problema do “tudo ou nada” no que toca a ter uma alimentação saudável e, ao mesmo tempo, com consciência ambiental.

 

Embora as opções veganas tenham “geralmente um melhor desempenho” na análise, uma conversão alimentar completa não é necessariamente a única opção.

 

Originalmente Publicado por: Planeta ZAP

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